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Flores Desidratadas

foto ilustrativa


São consideradas desidratadas ou secas as flores que com o tempo perderam sua água naturalmente (quem nunca colocou uma rosa em um livro?), ficaram penduradas de cabeça para baixo em salas escuras e ventiladas, ou em estufas (de vários tipos) ou tratadas com sílica, prensadas, ou ainda liofilizadas. Existem lindos arranjos decorativos com flores desidratadas (sempre com aspecto e cores de secas), que se mantêm se mantidos em ambientes bem secos. Oferecemos também flores e arranjos secos.



Nós oferecemos ainda o serviço de desidratação de bouquets, em moldura com acetato, mantendo as 3 dimensões da flor - não são flores prensadas.



Procedimentos: - a noiva casa com flores frescas (tomando o cuidado no casamento de não jogá-lo para todo lado para não machucar as flores). - levando para casa, deve ser protegido por papel alumínio (com o cuidado para não amassar as flores) e colocado em um vaso com água na geladeira até ser entregue para nós. - pedimos que o bouquet nos seja entregue até no máximo 48 horas depois do casamento, para garantir que as flores ainda estão em bom estado. - fotografamos o bouquet para não apenas memorizar a sua forma, mas também para registrar o estado em que nos chegaram as flores. - o bouquet é desmontado e cada flor é tratada separadamente no processo de desidratação. Algumas flores se desidratam melhores que outras. - as flores devem ficar muito bem secas, para evitar que apodreçam. Portanto, o processo leva de 30 a 40 dias. - as flores são remontadas em um quadro lembrando o formato original. É importante saber que elas diminuem de tamanho e a cor das mesmas  muda um pouco nesse processo e que, com o passar do tempo, irão "desmaiando".


curso de desidratação de flores frescas

Ensinamos a desidratar flores frescas/buquês em 3D.    Temos o curso presencial e o curso online.  O curso online v. encontra na nossa loja: http://www.flordecor.com.br/produtos/flores+desidratadas

Para o curso presencial individual, que tem duração de 3 a 4 horas, entre em contato conosco:  contato@flordecor.com.br

História da desidratação das flores

É difícil descobrir quando, exatamente, a flor foi conservada pela primeira vez. Isto seria uma missão impossível, considerando-se que a mesma não é efêmera, mas também não é eterna. Pelo que se verificou, a secagem das flores, bem antes que por seu aspecto estético, atraiu os homens em função de suas propriedades medicinais. Depois, a perfumaria se interessaria pela flores secas em função do odor e, só mais tarde, a estética despertaria interesse. O testemunho mais antigo registrado se encontra no British Museum, em Londres. É lá que se pode admirar os restos de uma guirlanda composta de flores secas, descoberta no Egito, sobre uma tumba romana que data de aprox. 2000 anos. Esta guirlanda teria acompanhado, sem dúvida, o morto em sua última jornada. Muito mais resistente que as flores frescas, ela ajudaria a lembrar ao morto das belezas terrestres que ele abandonara. Mas, não poderia ser que essa guirlanda encontrada tivesse sido uma guirlanda de flores frescas que se secaram e aí ficaram ao longo dos anos que se passaram? Pode ser. Ninguém nunca vai saber a resposta.

Com um passo gigantesco no tempo, enquanto no Oriente os jardins ornamentais já existiam há muito tempo, no Ocidente começamos a ouvir falar das flores secas na Idade Média. Naquela época, os jardins cultivados eram limitados às hortas e jardins dos mosteiros, onde os monges plantavam e colhiam as flores por suas propriedades medicinais como a lavanda, o alecrim, etc.. e as pétalas das rosas secas eram atiradas ao solo para perfumar a atmosfera. Os primeiros jardins, como conhecemos hoje, fora os dos mosteiros, aparecem no século XIV. Dois séculos mais tarde, as Cruzadas trazem de suas campanhas orientais numerosas plantas aromáticas. Nas casas burguesas e castelos da época, um pequeno cômodo era reservado para secar vegetais. Dentro de uma atmosfera quente, mantida aquecida permanentemente por uma chaminé, as plantas que vinhas das viagens eram ali desidratadas para uma boa conservação.

No século XVII já se utilizavam flores para perfumar o interior das casas. As primeiras plantas de temperos aromáticos, mescladas com as flores, difundiam um perfume sutil nos ambientes mais sofisticados. Pequenos sachets eram confeccionados e colocados nos armários junto com o vestuário e roupas de cama. Somente um século depois são criados os pot-pourris. Para se proteger da peste, as mulheres e os homens traziam consigo pequenos bouquets aromáticos de folhas e flores em volta do pescoço ou da cintura.

O botanista Culpeper em 1653 descreve os métodos da colheita e secagem. Com a chegada de inúmeras variedades exóticas trazidas pelos exploradores no século XVIII, a variedade de flores secas conhecidas na Europa aumenta enormemente. As plantas são analisadas e catalogadas e os herbários guardam as mesmas em forma de flores prensadas e dão também início aos primeiros bouquets secos, compostos de flores e gramíneas.

Podemos considerar o século XIX como aquele que realmente reconheceu o fator estético da flor seca e das plantas secas em geral. De fato, os grandes costureiros passaram a enfeitar chapéus e vestidos com ramos de trigo seco.

O início do século XX foi fatal, com o aparecimento do plástico depois da 2ª. Guerra Mundial. As flores secas foram abandonadas e substituídas pelas flores plásticas mortas, com cores gritantes e formas muitas vezes apenas aproximativas . Bem triste este período em que, durante décadas, se melhora a estética das artificiais, mas que no entanto continuam sendo, como sempre, imitações de flores.

Métodos de desidratação de flores

Flores naturalmente secas ou desidratadas

Os puristas, os clássicos floristas que trabalham com as flores secas não aceitam nem mesmo tingi-las ou usar produtos para ajudar a conservá-las. De cores mais suaves que a flor fresca original, elas formam bouquets típicos, quentes e delicados. A flor seca ao natural, mais especificamente, que tem um odor característico que lembra o feno, traz de volta aos nossos sentidos o calor da lembrança de fazendas, do campo. E quem dirá das ervas de jardim que podemos secar, ou as plantas medicinais?

A grande vantagem e prazer deste trabalho é que as flores secas podem ser elementos de seu próprio jardim. São secadas em ambientes secos, arejados e escuros, amarradas em pequenos maços, de cabeça para baixo. O tempo para a desidratação varia muito em função do tipo de flor e das condições do local onde serão postas para secar.

Alguns exemplos de flores que secam bem: acrolinium, ageratum, amarantus caudatus, ammobium, anethum gravealens, centárueas, carthamus tintorius, celósia cristata, celósia plumosa, amaranthoide, sempre-vivas, rosa da índia, salvia officinalis, estatices, zínias, girassóis, delfíniums, lavanda, gypsophila, rosas, moeda do papa, aveia, trigo, sorgo, arroz, etc...

Em países úmidos como o Brasil, em geral são usadas estufas, para evitar que a umidade mofe as flores.

Flores naturais desidratadas com sílica gel dessecante

O que é a sílica? É um composto sintético, cuja principal matéria-prima é o silicato de sódio. Possui propriedades higroscópias e absorventes, isto é, grande capacidade em retirar moléculas de líquidos e gases do meio em que se encontram e armazená-las em seus poros. Sua aplicação baseia-se no princípio da retirada de umidade residual, não propiciando a formação de colônias de fungos responsáveis pelo mofo e impedindo a oxidação por contato.

Flores Naturais Prensadas - Oshibana

Quem nunca guardou uma flor de valor sentimental em um livro? A base é a prensagem das plantas entre folhas de papel, sob um peso ou pressão. O sucesso deste processo está, antes de tudo, na paciência de colocar as flores na posição certa de forma que suas pétalas não se estraguem. Depois, v. pode colá-las e fazer desenhos – seja um quadro, um cartão, ou o tampo de uma mesa decorativa. Pode-se combinar folhas prensadas com flores secas, por exemplo. Deixe a sua imaginação voar...

Os japoneses chamam a arte de prensar flores e criar lindos quadros com as mesmas e com recortes das mesmas de oshibana. No Japão um curso completo de Oshibana, assim como o da Ikebana, pode levar anos para ser concluído.



Atendimento com hora marcadaEndereço: Rua Carneiro da Silva, 106, Vila Leopoldina, Cep: 05304-030 São Paulo, SP

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Telefone: 11 3641.3112

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